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Hipersensibilidade Dentinária

A hipersensibilidade dentinária, também chamada de hiperestesia, é uma dor aguda que ocorre no “colo” dos dentes e é causada pelo desgaste na superfície do dente. Esta dor costuma desaparecer em poucos segundos, com a mesma rapidez que se inicia. Basta que se retire o agente causador (a escova, o frio, o açúcar ou o ácido) para que ela desapareça quase que instantaneamente.

O dente dói porque com o passar do tempo, o esmalte (que cobre a coroa do dente) e o cemento (que cobre as raízes) sofrem degradações que expõem a dentina.

Dessas estruturas, somente a dentina apresenta sensibilidade. Sem o cemento e o esmalte, a dentina fica sem proteção e sujeita às agressões do meio externo.

Essa exposição da dentina, causada pela degradação do esmalte e do cemento, é considerada uma lesão cervical não cariosa.

As causas mais comuns de lesões cervicais não cariosas são resultado de uma interação de fatores, em que os mais importantes são a oclusão (contato entre os dentes antagonistas), a alimentação rica em ácidos (frutas cítricas e refrigerantes em excesso, por exemplo) e a escovação dental.

A oclusão promove a fadiga das estruturas dentárias na região do colo, as substâncias ácidas causam a dissolução do esmalte e a escovação remove mecanicamente o esmalte enfraquecido ou dissolvido. Refluxo gastroesofágico, bulimia, hipertireoidismo e qualquer outra doença que reduza o fluxo salivar também podem contribuir para a degradação das estruturas dentárias.

No tratamento da hipersensibilidade dentinária, o dentista deve empregar os recursos dessensibilizadores (o que pode incluir a restauração das lesões e ajustes oclusais) para reduzir o desconforto imediato da dor e, complementarmente, eliminar as causas da exposição dentinária para impedir a recorrência da hiperestesia.

A hipersensibilidade dentinária, também chamada de hiperestesia, é uma dor aguda que ocorre no “colo” dos dentes e é causada pelo desgaste na superfície do dente. Esta dor costuma desaparecer em poucos segundos, com a mesma rapidez que se inicia. Basta que se retire o agente causador (a escova, o frio, o açúcar ou o ácido) para que ela desapareça quase que instantaneamente.

O dente dói porque com o passar do tempo, o esmalte (que cobre a coroa do dente) e o cemento (que cobre as raízes) sofrem degradações que expõem a dentina. Dessas estruturas, somente a dentina apresenta sensibilidade. Sem o cemento e o esmalte, a dentina fica sem proteção e sujeita às agressões do meio externo.

Essa exposição da dentina, causada pela degradação do esmalte e do cemento, é considerada uma lesão cervical não cariosa.

As causas mais comuns de lesões cervicais não cariosas são resultado de uma interação de fatores, em que os mais importantes são a oclusão (contato entre os dentes antagonistas), a alimentação rica em ácidos (frutas cítricas e refrigerantes em excesso, por exemplo) e a escovação dental.

A oclusão promove a fadiga das estruturas dentárias na região do colo, as substâncias ácidas causam a dissolução do esmalte e a escovação remove mecanicamente o esmalte enfraquecido ou dissolvido. Refluxo gastroesofágico, bulimia, hipertireoidismo e qualquer outra doença que reduza o fluxo salivar também podem contribuir para a degradação das estruturas dentárias.

No tratamento da hipersensibilidade dentinária, o dentista deve empregar os recursos dessensibilizadores (o que pode incluir a restauração das lesões e ajustes oclusais) para reduzir o desconforto imediato da dor e, complementarmente, eliminar as causas da exposição dentinária para impedir a recorrência da hiperestesia.